Recentemente igualado a Leonard Bernstein, pela mídia especializada, Carlos Moreno é um dos mais requisitados maestros de sua geração, atuando no Brasil, Europa, Estados Unidos e Ásia. Dono de sólida formação de base européia, iniciou seus estudos musicais ao piano aos seis anos de idade, passando posteriormente ao violino. Em 1978, ingressou na Escola Cantorum do Brasil para crianças, o Instituto dos Meninos Cantores de Petrópolis, de tradição alemã. Teve como mestres os padres franciscanos Frei Leto Bienias, da Alemanha, e Frei José Luiz Prim. Obteve a rara oportunidade de conhecer profundamente a grande obra polifônica de Palestrina, Hassler e Bach, além do Canto Gregoriano. Atuou como solista,menino cantor soprano, em importantes obras como Laudate Dominum de Mozart, Missas de Schubert, interpretando um diversificado repertório. Neste mesmo período, estudou violino e música de câmara com o Prof. Nayran Pessanha e atuou como spalla da orquestra jovem Camerata Abrarte, dirigida pelo maestro Gilberto Bitencourt. Sua carreira posteriormente como violinista foi promissora atuando nas mais importantes orquestras sinfônicas do Rio de Janeiro e conjuntos de Câmara. Sua primeira atuação frente a uma orquestra foi aos 15 anos dirigindo uma composição própria para cordas. Estudou contraponto com o compositor David Korenchendler e regência, orquestração e análise com o Maestro Roberto Duarte. Como jovem compositor, escreveu obras para instrumentos de metais e percussão, piano e canto, obras cordas, obras corais e uma abertura sinfônica. Anteriormente ao seu encontro definitivo com a regência orquestral especializou-se no método Suzuki, tendo dirigido e promovido aos 20 anos de idade apenas, a criação de um forte movimento de orquestras infanto-juvenis em sua cidade, no Rio de Janeiro e Juiz de Fora. Em 1991, recebeu uma bolsa do Instituto dos Meninos Cantores de Petrópolis para realizar um estágio junto aos mais renomados MusikInternat da Áustria e da Alemanha: Sant Florian SängerKnaben, Meninos Cantores dos Bosques de Viena, Regensburgn DomSpatzen, Köln DomSpatzen. Realizou o bacharelado em violino com o professor Paulo Bosísio na Uni-Rio onde atuou como spalla da orquestra universitária dirigida pelo compositor Ernani Aguiar. Participou do processo de formação da Orquestra de Volta Redonda onde lecionou violino durante oito anos na Fundação Educacional de Volta Redonda para a rede pública de ensino, sob a direção do maestro Nicolau Martins, sendo esse trabalho reconhecido internacionalmente com o envolvimento atual de mais de 4.000 jovens.
“...Corretíssimo, Moreno. Você raciocina nos mesmos termos propostos por Bernstein desde o momento em que assumiu a direção da Filarmônica de Nova York, nos anos 60. A música não está solta no ar. Ela faz parte de uma sociedade, precisa integrar-se ao dia-a-dia da vida das pessoas...” João Marcos Coelho (Site www.concert.com.br, agosto de 2008)
(Jornal ‘Der Bund’ n.269, Berna/Suíça, novembro de 2000) “... o conceito de Ciclos Sinfônicos completos e o refinamento sonoro da orquestra, aliados à regência plena de frescor e vitalidade de Moreno...” João Luís Sampaio (“O Estado de São Paulo”- 08/24/2004) “... a Orquestra Sinfônica da Universidade de São Paulo mostrou um expressivo progresso técnico alcançado sob a competente direção artística do Maestro Carlos Moreno.” Lauro Machado Coelho (“ O Estado de São Paulo” – 10/08/2004)
Irineu Franco Perpétuo (“Revista Concerto”- Dezembro, 2004)
Arthur Nestrovski (Professor da Universidade PUC , Crítico Musical “Folha de São Paulo- 2003)
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