artistas | tenores | Luciano Botelho

c r í t i c a s
r e p e r t ó r i o
o u v i r  
w e b s i t e
a s s i s t i r  

Luciano Botelho desenvolve representativa carreira nos palcos do mundo. Recentemente, interpretou o papel-título de Le Comte Ory em Nantes e Angers (França); Giannetto em La Gazza Ladra, em Massy (França); Percy em Anna Bolena com a ETO (English Touring Opera); Tonio em La Fille du Regiment no “Festival de Ópera de Holland Park”, em Londres, e o Ferrando de Cosí Fan Tutte no “Verbier Academy and Festival”, na Suíça. Futuros compromissos incluem La Cenerentola em Nancy; Falstaff em Nantes; Orphée et Euridice, de Glück, em Stuttgart; La Fille du Regiment em Montreal; e La Donna del Lago em Genebra.

Natural do Rio de Janeiro, o tenor Luciano Botelho graduou-se como Bacharel em Música Sacra pelo Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil (STBSB), em 1998. Em 2002, formou-se em Canto pela UNIRIO, orientado pela professora Eliane Sampaio. Posteriormente, de 2005 a 2006, cursou Mestrado e o primeiro ano do curso de ópera na Guildhall School of Music and Drama, em Londres, como bolsista da Fundação Vitae, sob a orientação do professor Adrian Thompson. Em 2007, frequentou a “Cardiff International Academy of Voice”, dirigida pelo tenor Dennis O’Neill.

Seu repertório camerístico e sinfônico inclui as partes para tenor em obras como o Stabat Mater de Rossini, que cantou em Roma e Ravenna; Carmina Burana, de Orff, e Harnasie, de Szymanowski, que interpretou ao lado da Osesp, sob regência de Antoni Wit; Les Illuminations e Serenata para Tenor, Trompa e Cordas, de Britten, apresentadas no Teatro Amazonas; além do Réquiem de Mozart, que cantou com a Osusp, e da Missa em Dó Menor, do mesmo compositor, que fez com a Orquestra Petrobrás Sinfônica.

Em 2001, fez sua estréia em ópera como Tamino em Die Zauberflöte, no “V Festival Amazonas de Ópera”, em Manaus. Voltou ao mesmo festival em 2002, como Don Ottavio em Don Giovanni; em 2003, como Ramiro em La Cenerentola; e em 2005 como Almaviva em Il Barbiere di Siviglia. Ainda em 2003, Luciano recebeu grandes elogios da crítica especializada por sua interpretação de Fadinard em Il Capello di Paglia di Firenze, no Teatro Municipal de São Paulo.

Em 2005, Luciano deu início à sua carreira internacional, interpretando Il Principe em La Bella Dormente nel Bosco, de Respighi, em Portugal. Cantou ainda Ramiro em La Cenerentola, no Teatro Nacional de Belrgrado, na Sérvia; Fenton em Falstaff e Rinuccio em Gianni Schicchi, em Londres. Em 2007, foi o único representante brasileiro no concurso “BBC Cardiff Singer of the World”.



Críticas

Luciano Botelho, Don Ramiro de voz cristalina, firme y segura, emitio con cotinuidad y buen canto y consiguó bellos agudos.

Jayme Estapà - Opera Actual
La Cenerentola - 2009-01-01

A Biografia do Tenor Luciano Botelho o lista como cover do Tenor Juan Diego Flórez em Matilde di Shabran na próxima temporada.E por evidência de Tonio eu espero que ele tenha a oportunidade de cantar isso.A voz de Luciano tem cor e carcterística - não havia nenhuma sugestão de um canto inseguro e com tensão - e os Dós de "Ah, mes amis" eram facilmente emitidos abalando a liga de admiradores de Flóres; ele tinha domínio da situação e muito de macho latino. Ele era a personificação perfeita de um menino apaixonado para a Marie que a soprano Hye-Youn Lee estava interpretando.

Peter Reed

La Cenerentola - 2008-11-28
... o interessante e simpático Ramiro de Luciano Botelho, (...) técnica segura, com coloraturas leves e precisas e agudos generoso; sua grande ária no segundo ato "Si, ritrovarla io giuro", com variações, é um grande sucesso.

Michel Thomé

07/2007 – I capuletti e i Montechi – TMRJ
“Logo no inicio, destaca-se o Tebaldo de Luciano Botelho, tenor de voz solta e musical”

(Luiz Paulo Horta – Jornal do Brasil – 31 de Julho de 2006)

08/2005 – Les pecheurs des perles - TMRJ
“Luciano Botelho, cantou como verdadeiro rei da opera, a grande e belíssima ária do primeiro ato Je crois entendre encore. Antes, no famoso dueto com Zurga, já mostrava a beleza e luminosidade do timbre”

(Maria Tereza dal Moro – Jornal do Brasil, 6 de agosto de 2005)

22/03/2003 - Chapéu de Palha de Florença - TMSP
"Luciano Botelho, no papel principal (o noivo). Um ano atrás, o tenor roubou a cena no espetáculo Barroco!. Volta a cidade para confirmar seu nome como um dos maiores talentos do país."

(Arthur Nestrovski, Folha de São Paulo , 25 de março de 2003)

05/2002 - Don Giovanni - Teatro Amazonas - FAO VI
"Destaque especial merece o impecável Don Ottavio de : a beleza do timbre, a elegância do fraseado, a segurança na produção de pianissimos, o controle da respiração fizeram-no brilhar tanto em Dalla Sua Pace quanto em Il Mio Tesoro."

(Lauro Machado Coelho, O Estado de São Paulo, 25 de Maio de 2002)

Repertório

Ópera

Bellini
I Capuleti e i Montecchi (Tebaldo)

Bizet
Les pecheurs des perles (Nadir)

Donizetti
L´Elisir d´Amore (Nemorino)
La fille du regiment (Tonio )
Anna Bolena (Percy)
Maria Stuarda (Leicester)
Lucrezia Borgia (Gennaro)

Gluck
Orphée et Euridice (Orphée)

Gounoud
Romeo et Juliet (Tybalt)

Jorge Antunes
Olga (Luis Carlos Prestes)

Rossini
La Cenerentola (Ramiro)
Il Barbiere di Siviglia (Conte Almaviva)
Le comte Ory (Le comte Ory)

Puccini
Gianni Schicchi (Rinuccio e Gherardo)

Monteverdi
Orfeo (Orfeo)

Mozart
Don Giovanni (Don Ottavio)
Die Zauberflöte (Tamino)
Cosi fan tutte (Ferrando)

Nino Rota
Il Cappello di Paglia di Firenze (Fadinard)

Verdi

Falstaff (Fenton)




Concerto

Bach
Magnificat

Britten
Les Illuminations
Serenade for tenor, horn and strings

Berlioz
Romèo et Juliette
La damnation de Faust

Mozart
Missa em Do menor
Requiem
Carl Orff Carmina Burana

Rossini
Stabat Mater

Puccini
Messa di Gloria

Mendelssohn
Lobgesang