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Luciano Botelho
A estréia do tenor Luciano Botelho na cena lírica deu-se no ano 2000. O pouco tempo decorrido desde então foi o suficiente, porém, para associar seu nome à qualidades, como a beleza de timbre, a elegância de fraseado, a afinação perfeita e a segurança com que enfrenta as passagens mais difíceis, sempre apoiado por um grande controle técnico.
Martin Mühle
A voz volumosa, de grande extensão e o timbre brilhante do tenor gaúcho Martin Mühle foram moldados através de uma formação abrangente e privilegiada. Graduou-se em regência coral pelo Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e em canto pela Escola Superior de Música de Lübeck (Alemanha).
Paulo Queiroz
Natural do Rio de Janeiro, estudou no Brasil com Eliane Sampaio e Eduardo Janho-Abumrad, e na Europa com o soprano Reri Grist-Thomson e com o tenor Nicolai Gedda. Intérprete versátil, tem se destacado na cena operística brasileira como um dos melhores cantores-atores de sua geração.
Rubens Medina
O tenor Rubens Medina tem aquilo que, com o tempo, ganhou a alcunha de "voz de celebridade". Em outras palavras, trata-se de uma voz de tenor lírico com grande potência vocal, musicalidade refinada e um legato inspirado, características que despertam quase que instintivamente a sensibilidade das platéias.